Qual a posição correcta de condução para mulheres
grávidas? |
A mulher grávida ao volante pode sentir algum tipo de dor ou
desconforto lombar, por isso deve manter uma postura adequada,
procurando ajustar o banco do veículo para a posição o mais
confortável possível, mantendo o ângulo do encosto entre os 110 e
120 graus. Nunca deve conduzir "deitada" para trás, pois nesta
posição, os músculos do pescoço e do tronco são obrigados a
trabalhos forçados, podendo originar lesões nas articulações da
coluna. Se o banco do carro não dispõe de um suporte lombar
adequado, deve-se arranjar algo que permita "segurar os rins",
principalmente nas viagens mais longas. Neste caso, deve parar a
cada duas horas e fazer pequenas caminhadas.
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O Seguro Automóvel é obrigatório? |
Sim, todos os veículos em circulação, tem obrigatoriamente
que ter pelo menos seguro contra terceiros, devendo este estar
válido. Deve estar afixado no parabrisas do veículo, em local
visível o selo da companhia de seguros e deve o condutor circular
com a respectiva Carta Verde fornecida pela companhia de
seguros.
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Acidente de viação provocado por menor, como
resolver? |
O número de jovens condutores de automóveis sem carta de
condução, por ainda não terem 18 anos, tem vindo a aumentar. Tanto
mais grave é a situação quanto um jovem nestas condições está
envolvido num acidente. Quem é o culpado? O jovem por ser menor é
considerado inimputável, não lhe podendo ser assacada qualquer
responsabilidade. Por isso normalmente a responsabilidade civil é
dos pais, que têm o dever de vigilância do menor, e em caso de
incumprimento serão os responsáveis. Também em termos de
responsabilidade penal dificilmente um menor pode ser responsável,
estando previsto mesmo o caso de inimputabilidade penal até aos 16
anos. No fundo o jovem não será responsável pelo acidente que
causou, cabendo essa responsabiliadade aos seus encarregados de
educação.
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Acidentes em cadeia, que fazer? |
Quando se dá um acidente em cadeia em que vários carros vão
sucessivamente batendo uns nos outros a responsabilidade do acidente
não é facilmente imputável a qualquer um dos envolvidos.
Normalmente quem bate por trás é o culpado, porém quando estamos
em presença de uma acidente que envolva muitos carros, definir quem
bateu em quem torna-se uma tarefa muito complicada.
Na
análise de acidentes em cadeia, as seguradoras identificam
normalmente algumas situações distintas, cada uma com diferentes
graus de dificuldade de resolução. O primeiro é a colisão de vários
veículos à paragem num semáforo vermelho. Este caso é resolvido na
maioria dos casos como se fosse um choque normal, isto é, o primeiro
a bater tem a responsabilidade do acidente, pagando o seguro o
arranjo do carro da frente e por sua vez este paga em quem bateu e
assim sucessivamente.
A segunda situação é idêntica à
anterior, mas neste caso a paragem do primeiro carro não é provocada
por um semáforo, sendo novamente o último carro a depoletar o
acidente São casos em que normalmente não se consegue apurar com
exactidão as responsabilidades, sendo muito importante o apoio de
testemunhas.
Num outro caso a colisão pode dar-se pelo facto
de ter aparecido um cão a atravessar a estrada ou um buraco
existente na via pública. Nestes casos as seguradoras podem mesmo
chegar a responsabilizar a entidade responsável pela via pública,
mas mais uma vez o apuramento das responsabilidades não é fácil, até
porque pode-se alegar que o primeiro automobilista parou sem motivo
aparente.
O que é normal é que cada seguradora pague na
proporção exacta das responsabilidades do seu segurado, embora
esteja a caminhar-se cada vez mais para um consenso entre as
seguradoras na definição dos procedimentos a adoptar na
regularização deste tipo de sinistros.
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Conduzir sem seguro. |
Todos os condutores sabem que existe uma obrigação de
circular com veículos com o seguro em dia, conforme estatui o
Decreto-Lei 522/85. De acordo com este diploma, é obrigatório que o
proprietário ou o locatário em regime de locação financeira segure o
seu veiculo.
A prova do seguro é feita através do certificado
internacional de seguro (carta verde), o qual é emitido pela
seguradora mediante o pagamento do prémio correspondente ao contrato
do seguro acordado.
Em caso de acidente, e quando os
condutorestêm dúvidas acerca da validade do seguro do outro
interveniente, devem chamar as autoridades para tomarem conta da
ocorrência. Caso o seguro apresentado não esteja válido, os
condutores lesados terão de recorrer co Fundo de garantia Automóvel
(FGA). Esta entidade satisfaz as indemnizações relacionadas com
lesões corporais ou materiais, quando o responsável seja conhecido e
não tenha seguro válido. O FGA também satisfaz as indemnizações em
casos de mortes ou lesões corporais causadas por responsável
desconhecido. No entanto, para ter estes benefícios, a seguradora do
condutor portador de seguro inválido tem de comunicar esse facto ao
outro interveniente.
Quanto ao titular de seguro inválido, se
não efectuar ou apresentar um válido, além das coimas e da possível
apreensão do veículo, tem de pagar em direitos de regresso a axercer
pelo FGA, a quantia que este pagou pelas
indemnizações.
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Boas ou más matriculas? |
A grande maioria dos carros que circulam nas nas nossas
estradas apresentam chapas de matrículas homologadas pela Direcção
Geral de Viação. Porém, com o design de alguns carros e a pretensa
exclusividade de outros, já é comum encontrar matrículas que não
estão de acordo com as normas
Assim, qualquer matrícula que seja
feita em material autocolante não é permitida, o mesmo sucedendo às
matrículas que tenham um tamanho inferior ao que é definido pela
D.G.V. O tipo e corpo da letra usada na matrícula também não pode
ser alterado, pelo que as matrículas com letras em relevo e/ou em
itálico estão sujeitas a coimas.
Por outro lado a chapa de
matrícula deve andar sempre bem fixa, nunca pode nem deve ser tapada
total ou parcialmente nem nela constarem quaisquer
símbolos.
É sempre muito importante garantir que as chapas de
matrícula devem estar homologadas pela Direcção Geral de Viação,
pois no caso de não se cumprirem quaisquer dos requisitos definidos
por esta instituiçãoa responsabilidade será sempre do vendedor da
matrícula.
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Carta de Condução na Europa. |
Um caso muito frequente entre os emigrantes portugueses no
estrangeiro era a de saberem se a carta de condução portuguesa daria
nesses países, ou se essa mesma carta quando tirada noutro país
daria em Portugal.
O artigo 121 e seguintes do Código de Estrada
são bem explicítos quanto à habilitação legal de conduzir veículos
automóveis em Portugal. Assim os titulares de carta de condução
válidas e emitidas por outros Estados Membros da União Europeia
podem conduzir em Portugal com a carta de condução emitida pelo
correspondente à DGV desses países.
O mesmo já não sucede se
a carta de condução for de países extra-comunitários. Nestes casos o
condutor terá apenas que solicitar na DGV a alteração da carta de
condução para portuguesa, não tendo obviamente que realizar qualquer
exame de código ou condução.
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Manutenção da viatura. |
No que toca aos factores directamente relacionados com a
manutenção da viatura, dê especial atenção às rodas, travões e
amortecedores. Vada um destes componentes é muito importante para a
performance dos outros e, em conjunro, são vitais para a
segurança.
Pneumáticos - Tenha em conta que a segurança começa a
ficar comprometida a partir do momento em que o piso dos pneus passa
a ter uma profundidade inferior a 2 mm. Ainda relacionado com os
pneumáticos, certifique-se que s pressão destes está de acordo com
os valores recomendados pelo fabricante da viatura (consulte o
manual de instruções do carro). Lembre-se que um dos factores
imprescindíveis para uma condução segura são pressões adequadas. Em
tempo de chuva, a segurança começa a ficar comprometida a partir do
momento em que o piso tenha uma profundidade inferior a 4
mm.
Equilíbrio das rodas e o alinhamento da direcção -
Outro factor de extrema importancia é o equilíbrio das rodas e o
alinhamento da direcção. A ausência deste tipo de manutenção,
recomendada de 10.000 em 10.000 quilómetros, bem como a não rotação
dos pneus (troca entre eixos), são das principais causas de desgaste
acelerado.
Travões - Hoje em dia, muitos dos mais
graves acidentes devem-se a um mau funcionamento dos travões. Por
isso, é essencial que todos os componentes dos travões sejam
mantidos nas melhores condições possíveis: os travões de disco nas
rodas dianteiras, os travões de tambor nas rodas traseiras e,
eventualmente, o sistema de travagem anti-bloqueio (ABS), caso o seu
veículo disponha desta característica.
Amortecedores -
Os amortecedores são de uma importância fulcral para a segurança do
seu veículo. Ao controlar o movimento das molas e da suspensão, os
amortecedores absorvem as irregularidades do piso e mantêm uma
pressão homogénia sobre os pneus. Como resultado, contribuem para
uma boa aderência dos pneus à estrada, garantindo uma maior
segurança nas curvas e a direccionalidade do veículo durante a
viagem.
Motor - O mau funcionamento do sistema de
arrefecimento do motor pode causar arreliadores contratempos em
plena viagem de férias. Uma rápida inspecção pode poupar muitos
aborrecimentos. Os tubos de borracha que fazem a circulação de água
entre o radiador e o motor deverão ser cuidadosamente verificados.
Com as elavadas temperaturas de operação no compartimento do motor a
borracha dos tubos tende a envelhecer e ressequir
precocemente.
Bateria - Nada de mais desagradável do
que ter uma avaria na bateria, precisamente no primeiro dia de
férias. Se o carro estiver parado muito tempo, deve isolar a bateria
para evitar que esta descarregue. Desligue os cabos dos bornes da
bateria e isole estes com fita isoladora. Tenha o cuidado de
desligar sempre o cabo negativo da bateria e só depois o positivo.
Nunce efectue esta operação com o motor em funcionamento, pois pode
danificar o circuito eléctrico do automóvel, nomeadamente os
sensíveis componentes electrónicos. Ao ligar de novo a bateria deve
fazer de forma inversa: ligar primeiro o positivo e depois o
negativo.
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Sobrecarga do veículo. |
Outro aspecto fundamental, e muitas vezes esquecido, tem a
ver com a correcta disposição da carga, como a situar, e conhecer a
forma em que esta pode afectar a condução.
No acondicionamento da
carga, é necessário distribuir equitativamente os pesos, de forma a
que não sejam todos colocados no tejadilho, em zonas que levem a uma
perda de visibilidade ou na perda de estabilidade do
veículo.
A não ser que se tratem de modelos com porta
bagagens na parte dianteira, o mais nornal é carregar o eixo
traseiro, mas, contudo, sem exceder o limite aconselhado pelo
fabricante e aquele que o senso comum recomenda.
O maior peso
afecta a resposta do carro nas curvas, a capacidade de aceleração,
assim como a capacidade de travagem, dado que agora o veículo
necessita de mais metros para se imobilizar. De igual modo,
repercute-se directamente sobre elementos de segurança como os
amortecedores, pneus e travões.
Haverá ocasiões em que os
objectos a transportar ultrapassam o peso máximo autorizado pelo
fabricante do veículo. O reboque de carga, nestes casos, parece ser
a única solução se queremos levar connosco objectos mais volumosos.
Nesta situação, os acessórios necessários são, além do reboque, um
gancho de engate fixo no veículo, que precisa de um certificado de
homologação do fabricante do gancho e um certificado da oficina
instaladora.
Em suma, o veículo carregado vê nodificado o seu
comportamento em termos de capacidade de aceleração, capacidade de
travagem, eficácia da suspensão e direcção. Este último aspecto
repercute-se na menos aderência das rodas directrizes, enquanto a
suspensão influencia o conforto do automóvel e também o nível de
segurança.
O alargamento das distâncias de travagem é
consequência de um sistema de travagem sobrecarregado, enquanto que
o alargamento dos tempos de aceleração, a resposta de saída em
curvas e ultrapassagens, e a menor capacidade de redução, estão
directamente relacionadas com o maior peso do veículo e
reboque.
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Fadiga ao volante. |
Quando ouvimos dizer que aconteceu em acidente unexplicável,
pensamos quase sempre que foi por mero descuido alheio e que nunca
podia acontecer connosco. Após algumas horas ao volante a fadiga e a
sonolência espreitam-nos muitas vezes sem nos
apercebermos.
Sempre que pensamos fazer qualquer viagem, seja ela
curta ou longa, independentemente da hora do dia, devemos ter sempre
em conta que existem uma série de factores que podem diminuir as
nossas capacidadesfísicas e psíquicas.
Factores como o
álcool, alguns medicamentos derivados de calmantes ou ansiolíticos,
indisposições, sensações de mau estar, alguma sonolência ou
quaisquer dificuldades na visão, são algumas das principais causas
de fadiga que consequentemente poderão afectar a nossa segurança na
estrada.
Relativamente à sonolência - embora difícil de
detectar na maior parte das vezes, pois nem sempre os sinaisemitidos
pela nossa mente são completamente evidentes - o adormecimento ao
volante ou ausência de pequenos momentos de consciência poderão
fazer a diferença entre a vida e a morte.
Atingindo um
determinado limiar de sonolência, torna-se extremamente difícil
manter a lucidez necessária para uma boa condução e para que
possamos reconhecer o perigo que representa para nós e para os
restantes automobilistas ao volante.
A sololência é
caracterizada pelo período que se dá entre a vigília e o sono.
Precedida pelo entorpecimento, poderá ser identificada através das
breves e intermitentes perdas de consciência, ficando, assim, o
condutor fatigado e envolvido por um torpor que o abstrai de uma
parte considerável das suas capacidades físicas e psíquicas,
diminuindo as capacidades de resposta de todos os seus membros, que
se tornam, consequentemente, mais lentos. Os reflexos perdem a sua
habitual capacidade de rapidez perante qualquer tipo de obstáculo
que se depare.
A auto-estrada é um dos locais propícios para
a monotonia da condução, provocada, muita das vezes, pela ausência
de descanso, pela monotonia da paisagem e pelo constante ritmo de
condução, factores estes que provocam uma diminuição da actividade
cerebral, advindo, daí, um inevitável cansaço quer físico quer
psíquico.
Os sinais que nos são dados pelo nosso corpo são
geralmente sintomas de ordem ocular e muscular, sentido, neste caso,
constantes as dores nos músculos dorsais assim como no pescoço e
nuca. No caso da visão, ardor na vista, sensação de peso nos olhos
ou um movimento contínuo das pálpebras poderão ser sinais evidentes
de que chegou a altura de fazer uma pausa para descansarou, até,
para dormir um pouco.
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Como aproveitar melhor o motor nas
montanhas |
Um ponto
crítico para o automóvel é no momento de enfrentar uma montanha,
tanto em subida como em descidas. Para quem pensa que para descer
todos os "Santos" ajudam, às vezes enganam-se. Em alguns casos é
necessário dar uma "jeito" para que se possa conduzir de uma forma
adequada. Com isso, aumenta-se a segurança dos passageiros e dos
demais utentes da estrada.
Descer com o
veículo desengatado não trás nenhum benefício, aliás, apenas
prejuízos, em função de se sacrificar os travões e a segurança dos
utentes. Alguns dizem que se poupa combustível com esse
procedimento. Doce engano, pois o consumo eleva-se com o veículo
solto. Isso deve-se ao sistema de Injecção electrónica, que, quando
a unidade de comando recebe o sinal de rotação alta e posição de
borboleta de aceleração fechada, a mesma bloqueia a injecção de
combustível para aumentar a economia e dar maior eficiência ao freio
motor. Esse sistema recebe o nome de "Cut-Off".
Já nas
subidas, evite aguentar a velocidade até ao seu limite mais baixo,
pois, isso faz com que a rotação do motor caia demasiadamente e
talvez não consiga subir nem com a próxima velocidade inferior. Além
do mais, forçar o motor sem rotação durante as subidas diminui a
circulação do líquido de arrefecimento, provocando elevações de
temperatura. Para quem possui um tacómetro (conta-rotações)
instalado no painel, faça a troca no momento de torque do motor.
Isso vem especificado no manual do veículo. Uma média é de 3000 a
3500 RPM para os motores acima de 1.6 litros e 3500 a 4200 RPM para
os motores de menor capacidade volumétrica.
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Troca de pneus, atenção a ter. |
Alguns tipos de pneus não podem ser colocados tanto de um
lado como do outro do carro, pois foram feitos para rodar num só
sentido. Por isso, se está a usar esse tipo de pneu no seu carro,
esteja atento a esse detalhe. Esse tipo de pneu só pode ser trocado
da frente para trás ou vice-versa, e nunca de um lado para o outro.
Para identificá-los, basta olhar para a parte lateral do pneu: ou há
uma seta a indicar o sentido de rodagem ou existe uma mensagem a
indicar o lado externo.
NOTA: Para fazer a troca dos pneus tenha
atenção, consulte sempre o manual de instruções para verificar
a correcta posicão dos mesmos, a fim de se evitar o seu
desgaste prematuro. |
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Proteja o interior do veículo - painel frontal do seu
veículo. |
Nos dias de calor é insuportável entrar no carro depois de
algumas horas ao sol. Além do desconforto, raios de sol e
temperaturas elevadas desbotam os tecidos e revestimentos de vinil,
deixando os plásticos esbranquiçados.
Ao colocar o carro ao sol,
não feche completamente os vidros de modo a poder ventilar um pouco
o interior do veículo. Se possível, proteja o painel e outras partes
colocando cortinas (de rolo) ou placas do tipo tapa-sol no
pára-brisas e/ ou vidro traseiro. Já para proteger plásticos ou
vinil aplique silicone líquido pelo menos uma vez por mês.
Nos
carros com ar-condicionado deve-se ter muito cuidado ao ligar o
aparelho. Nunca orientar o ar frio para o pára-brisas quando o
veículo estiver muito quente. O choque térmico pode estalar o vidro.
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Conselhos de Segurança com a viatura |
- Instale equipamento anti-roubo (interruptor geral de
corrente; alarme; interruptor de
combustível ou colar blindado).
-
Nunca deixe objectos à vista dentro da viatura.
- Nunca
deixe documentos ou objectos de valor no porta-luvas.
- Ao
iniciar a marcha deve:
- Colocar o cinto de
segurança;
- Trancar sempre as
portas;
- Manter os vidros sempre fechados ou
subidos, suficientemente, de modo a que não
seja possível caber uma mão.
- Não estacione se verificar que há elementos suspeitos
nas proximidades, mesmo que
tal ocorra na proximidade da sua
casa.
- De noite, só estacione o veículo em locais
movimentados, claros e que lhe pareçam
oferecer segurança.
- Quando abandonar
a viatura, mesmo por tempo considerado muito curto, desligue
o
motor e feche as portas.
- Nas estações
de serviço de combustíveis, nunca deixe a chave da
ignição.
- Quando se dirigir para o seu veículo tenha
sempre a chave na mão, entre e tranque as
portas, rapidamente, se suspeitar de alguma
pessoa perto.
- Guarde uma chave suplementar em casa.
- Tire fotocópias dos documentos pessoais e do veículo,
autentique-os e coloque em
local seguro, os originais e uma ficha onde
conste os números de fabrico e da chave e
extras que o veículo possui.
- Instale
somente rádio e leitor de cassetes amovíveis ou com sistema de
segurança.
- Se o rádio do seu veículo é amovível, sempre
que abandone a viatura, leve-o consigo.
- Ponha a matrícula
do seu veículo em diversas partes do mesmo (motor,
carroçaria,
interior das portas, jantes, vidros,
etc..).
- Se se aperceber que o seu veículo está a ser
seguido, mantenha-se sereno e dirija-se
a qualquer instalação policial ou quartel dos
bombeiros. Se tal não for possível.
procure locais de grande afluência de público e
de circulação de veículos.
- Se é proprietário de um
motociclo, estacione-o em sítios públicos durante o dia e
em
sítios iluminados durante a noite.
-
Não deixe o capacete ou outros objectos presos ao
motociclo.
- Marque partes do motociclo com o número de
matrícula. |
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